• A Conferência de Rabat sobre os conselhos e instituições da emigração, tida a 3 e 4 de Março em Rabat, decidiu criar um Comité de ligação provisório encarregado em dar seguimento aos seus trabalhos.La Conférence de Rabat sur les conseils et institutions de l'émigration, tenue les 3 et 4 mars à Rabat, a décidé de créer un comité de liaison provisoire chargé de donner suite à ses travaux, d'organiser les échanges entre les conseils des pays participants et d'élargir le rayon d'action, afin de poursuivre l'amorce de réflexion collective sur le phénomène migratoire, lit-on dans la Déclaration finale sanctionnant les travaux de la conférence.
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  • Lisboa, Portugal 19/04/2011 15:55 (LUSA)
    Temas: Política, Eleições, eleições nacionais

     

    Lisboa, 19 abr (Lusa) - A associação Cívica, de França, lançou uma campanha de apelo ao voto dos emigrantes nas legislativas de junho com o objetivo de melhorar os níveis de participação eleitoral no estrangeiro, tradicionalmente abaixo dos 30 por cento.

    Paulo Marques, presidente da Cívica - Associação dos eleitos de Origem Portuguesa, explicou à agência Lusa que a campanha inclui a inserção de anúncios na imprensa e a divulgação de spots de vídeo e áudio, bem como a distribuição de panfletos e cartazes.

    "Esta campanha vai ter uma forte visibilidade em França, mas também em outras comunidades onde a Cívica tem algumas parcerias, nomeadamente através do envolvimento dos conselheiros das comunidades portuguesas", disse Paulo Marques.

    Os portugueses no estrangeiro votam para as eleições legislativas por correspondência e na votação de 2009 a abstenção chegou aos 85 por cento, depois de em 2005 ter rondado os 76 por cento.

    Para Paulo Marques, as diferentes formas de participação eleitoral dos emigrantes (por correspondência para as legislativas e presencialmente para presidenciais e europeias) geram confusão na cabeça dos eleitores.

    "O cidadão que quer votar para Portugal tem que ter mesmo uma grande vontade porque nunca lhe foi facilitado o ato eleitoral", disse, defendendo que deve ser dada aos emigrantes a possibilidade de escolher se votam por correspondência ou presencialmente.

    Paulo Marques, que aponta falhas na informação aos eleitores, admite que em apenas dois meses será complicado fazer passar a mensagem de apelo ao voto.

    Dados divulgados pela administração eleitoral da Direcção-Geral da Administração Interna (DGAI) revelam que existem 195.182 eleitores portugueses no estrangeiro, dos quais 75.114 na Europa e 120.068 Fora da Europa.

    A votação por correspondência arranca entre 30 e 40 dias antes da data das eleições, quando começa o envio por correio dos boletins, e termina 10 dias depois com o apuramento dos votos.

    Além do boletim de voto, são enviados em carta registada um envelope branco endereçado aos serviços da DGAI, um subscrito verde para inserir o boletim e uma folha de instruções, devendo os eleitores remeter com o voto uma fotocópia do cartão de eleitor.

    Há mais de três décadas que apenas PSD e PS elegem deputados nos círculos da emigração, com os social-democratas a garantir tradicionalmente três dos quatro assentos disponíveis.

    A exceção foram as legislativas de 1999, quando os socialistas ficaram com os dois mandatos da Europa e conseguiram eleger um deputado Fora da Europa.

    Nas últimas eleições legislativas, o PSD elegeu dois deputados no círculo Fora da Europa e um na Europa, enquanto o PS conquistou um assento na Europa.

    Às próximas eleições legislativas de 05 de junho, o Partido Socialista candidata Carolina Almeida pelo círculo Fora da Europa e Paulo Pisco pelo círculo da Europa.

    O PSD recandidata os atuais deputados José Cesário por Fora da Europa e Carlos Gonçalves pela Europa.

    CFF.


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